Transição para modelo de escola cívico-militar avança no Anísia Silva Moreira

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Tássia Tanara

Jornalista formada pela PUC-GO

A unidade escolar  prevê gestão compartilhada entre educação e Polícia Militar, com foco na disciplina e organização do ambiente escolar

A implantação do modelo cívico-militar na Escola Anísia Silva Moreira, entrou na fase de transição neste mês de maio. A proposta foi oficializada após assinatura do termo de cooperação entre Correntina e a Polícia Militar da Bahia, a gestão será compartilhada entre a rede municipal de ensino e a Polícia Militar, sem mudanças na condução pedagógica das aulas.

O conteúdo pedagógico continua sob responsabilidade dos professores, da direção escolar e do Conselho Municipal de Educação. A atuação dos agentes militares acontece principalmente no acompanhamento disciplinar, organização da rotina escolar e apoio à convivência dentro da unidade.

Segundo o secretário municipal de Educação, Clériston Mota, a implantação busca melhorar o ambiente de aprendizagem dentro da escola. “Quando existe mais organização e acompanhamento da rotina escolar, o professor consegue desenvolver melhor o trabalho pedagógico e o aluno passa a ter um ambiente mais favorável para aprender”, destacou.

Segurança, disciplina e acompanhamento dos alunos

A previsão é que cinco agentes atuem diretamente no acompanhamento disciplinar dos estudantes, além da criação da função de diretor disciplinar. A escola também deve passar por reorganização dos espaços e adequações na estrutura física.

De acordo com o capitão da Polícia Militar, Conrado, o foco da atuação militar dentro da unidade é garantir um ambiente mais organizado e seguro para alunos e professores. “A intenção não é militarizar o ensino, mas contribuir para um ambiente de respeito, segurança e convivência. O acompanhamento disciplinar acontece através de orientação, diálogo e proximidade com os alunos e as famílias”.

Os militares acompanharam de perto a frequência e o comportamento dos estudantes, além de atuarem em situações relacionadas a atrasos, conflitos e ocorrências registradas dentro e no entorno da unidade escolar.

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Luka

Precisa é de escolas em tempo integral, cursos profissionalmente para os jovens e empregos. Correntina é uma pequena cidade do sertão nordestino e não um bairro das periferias de Brasília ou Goiânia com altos índices de violência não.

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